- Nosso maior órgão é a pele. 70% da circulação sanguínea ocorre nesses aproximados dois metros quadrados de superfície, a pele. É aí, também, que se encontra a quase totalidade de nossas terminações nervosas.
Como terapia não-verbal, a massagem promove:
- Aumenta a respiração celular e a nutrição de músculos, nervos, cérebro e órgãos internos
- Oxigenando os tecidos.
- O toque terapêutico apóia, nutre e dissolve bloqueios causadores do estresse.
- Permitindo que a bioenergia volte a fluir livremente, numa agradável sensação de bem estar, equilíbrio e corpo vivo.
- Possibilita a renovação do sangue e da linfa pelo aumento da circulação, removendo resíduos e toxinas.
- Regula os sistemas nervoso e imunológico, além de combater a ansiedade e a insônia.
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Reportagem: Monique Zagari Garcia
A drenagem linfática ajuda na reabsorção de hematomas e,
consequentemente, diminui o risco de infecções secundárias
Foto: SXC |
Manteralguns cuidados após a realização de uma cirurgia é fundamental para que obtenha os resultados desejados. E é aí que a drenagem linfática entra como grande aliada da mulher. Como? “Após uma cirurgia, a pessoa normalmente retém uma quantidade de líquido maior do que o corpo consegue drenar, e por isso a drenagem linfática é necessária a fim de reduzir a retenção hídrica, melhorar a circulação sanguínea e até mesmo aliviar as dores. A massagem também auxilia na remoção de hematomas, redução de fibrose, acelera o processo de cicatrização e recuperação pós-operatório, aumentando a hidratação e nutrição celular.
A drenagem linfática é indispensável em casos de lipoaspiração e abdominoplastia, já que, como mencionado, é importante que a técnica ative a circulação, pois as células e placas podem ficar paradas na região abdominal devido à cirurgia, causando inchaço e deformidade. “No entanto, a drenagem linfática também é indicada em casos de mamoplastia, hidrolipoaspiração, blefaroplastia, rinoplastia, ritidoplastia, mastectomia total ou parcial e cirurgias de prótese de silicone”, destaca Alan Landecker, cirurgião plástico do Hospital e Maternidade São Luiz (SP).
Segundo a fisioterapeuta Mariana, é fundamental a avaliação de um profissional qualificado para determinar quantas sessões serão necessárias. “A quantidade pode variar de acordo com cada metabolismo, mas geralmente inicia-se com dez sessões e conclui-se o tratamento assim que a paciente esteja totalmente recuperada dos edemas e hematomas”, afirma.

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